Era uma vez uma boneca chamada Caprice. Ela viva num Wal-Mart, numa cidadezinha pequena, no sul do Texas. Se você entrasse na loja, fosse pelo corredor principal, virasse na seção de brinquedos e olhasse na sgunda prateleira de baixo pra cima, vc encontraria uma outra prateleira cheia de outras Caprices: Magras, loiras, sintéticas e plastificadas, fechadas em suas caixinhas cor-de -rosa e não veria a diferença entre uma e outra.
Mas essa Caprice não era igual às outras. Tinha o mesmo cabelo platinado artificial. As mesmas roupas combinadinhas. A mesma pele de plástico. Mas, com certeza, ela não era igual às Caprices vizinhas de sua caixa, nem às vizinhas dessas Caprices, nem a nenhuma das outras daquela prateleira. Porque ela tinha um defeito de fábrica. Um defeito muito inesperado.
Mas aí el morreu, porque eu tous em saco de terminar a história.
e foda-se todo mundo
sábado, 22 de dezembro de 2007
Filosofando com Avril
"Is it enough to love?
Is it enough to breath?
Somebody rip my heart out
and leave me here to bleed
Is it enough to die?
Somebody save my life
I rather be anything but ordinary please."
. . .
Is it enough to breath?
Somebody rip my heart out
and leave me here to bleed
Is it enough to die?
Somebody save my life
I rather be anything but ordinary please."
. . .
"Everything´s changing
When I turn around
All out of my control
I´m a mobile"
When I turn around
All out of my control
I´m a mobile"
. . .
"I'm looking for a place
I'm searching for a face
There's anybody here I know?
'Cause nothing's going right
And everything's a mess
And no one likes to be alone."
. . .
Cara, sem nem o que dizer... Srta. Lavigne dá de dez a zero em Sra. Whibley... Ok, ok, ela nunca foi punk de verdade e todo mundo sempre soube que ele tinha um pézinho no pop ( um pé, uma perna, um joelho, um corpo inteiro, diga-se de passagem ), mas puta merda, não tem como negar que tem alguma coisa de identificável nessas letras dela. Talvez eu esteja meio sentimental demais, mas puts, tenho que admitir que estou me relacionando absurdamente a quase todas as doze ou treze faixas do primneiro cd dela que eu desenterrei essa semana. Parece coisa de pré-adolescentezinha revoltada com a vida, com o namorado, com o papai, com a mamãe e com todo o rsto do mundo. E pode até ser. Mas mesmo assim, dá pra filosofar horrores com esse cd...
. . .
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